segunda-feira, 18 de julho de 2016

e a cegar, na terra que ninguém terá sequer um olho

canseira da necessidade de ordenamento.
e os acontecimentos acontecem.
e sua uma ausência acontece em mim, não que a sinto só,
é o futuro, é o passado, é o nunca,
é escrever seu nome no azulejo do banheiro, é o
florir das flores de shiva no azulejo do banheiro, que flor
e riem, flor e foram, flor e vão,
é o nome do meio do meu duplo nome,
eu que sou um targaryen, eu que trepei com lancelot, certamente,
eu que sofri os fins e finais,
entro no modo compulsivo de novo, evito a poesia,
tons e tonais, modos e modais, semanas e semanais,
semi semi semi inteiramente semi
bom quando a água gelada arde a garganta e você
rebate com cigarro logo a seguir,
e a cegar, na terra que ninguém terá sequer um olho

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