segunda-feira, 13 de junho de 2011

uma analiticazinha, no terreno da auto-revisão

eu lembro de quando o jogo de associações se fazia valer por ele mesmo. só pela brincadeira. mas de repente me entranhei numas de fazer uns edifícios mais bonitos pela ordenação. me pergunto em que medida o que digo de mim por aí, aos ventos, se encaixa. e não se encaixa. e também de repente assim me deu uma vontade de achar um certo encaixe nisso.
e lembrei da resposta: se faço uns padrões mais delicados, se penso na ordem e não deixo que tudo se faça pelo gritar do momento, é que coisa fácil me cansa. brincadeira fácil perde a graça.
sair de cadeira pra mesa e depois madeira e árvore e nuvem é tranquilo. ficar nessa mesma sempre seria muito pouco desafio.
não deixo de brincar, não mesmo, mas prefiro uns jogos um pouco mais complexos (e menos batidos).

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