sexta-feira, 25 de março de 2011

Com toda a graça, toda a glória

Preciso comprar um belo par de botas novas. Sei bem que é isso. A resposta está do outro lado. Dá pra entrar no rio e morrer afogada assim. 

Estou cansada dos olhares - Por favor, delírio & lâminas de barbear - Eu queria morrer de salto alto e afogada

Fico me chamando sem que complete. Sempre cai. - Começar um novo negócio? Comer mais um brigadeiro? Saia vermelha ou saia preta? - Fatores para um melhor desempenho. - Um manual? Um canivete? - Que com um gole de whisky, talvez, e um bom garotão pro fim de noite. Pra entrar dentro do rio. 
Com toda a graça, toda a glória.

Georges me ligou ontem, Davi anteontem, ninguém hoje, e toda a poesia dolorida do mundo cotovelos machucados. Estranha alquimia. Redimida então a música de corno, e desejosa de pódio. Toadinhas de abandono xoxas, querendo dizer mais - dizemos - mas é só bobagem.

Georges diz que tem um piquenique pra nós no fim do mês um programa legal que tem um livro pra me mostrar que juntos vamos investigar a falta de sentido que podemos até inventar umas setas 

Não quero. 
Fiz um desenho num dia louco. Ele dizia que a falta fica no meio de alguma coisa. O resto é órbita dos deuses. 

minha cabeça, meu joelho, meu dedão do pé. tudo meu, meu meu meu, meu tudo. 

Sejam legais.
Não me contem o final do filme.

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